Santos – abr11

Dia 6 de abril de 2011 pegamos a Avenida Brasil para fazermos nosso primeiro cruzeiro. Apesar do Rio de Janeiro ter um porto e poder pegar o navio “em casa”, resolvemos pegar a embarcação no porto de Santos. Assim, poderíamos passear de carro na estrada e aproveitar mais ainda a viagem.

Às 07:20, o Poketonas coloca seu primeiro pneu na estrada. Resolvemos ir pela BR-101 (Rio-Santos), pois só conhecíamos a estrada até Parati. Algum engarrafamento e fizemos uma média de 59km/h na primeira hora. Pouco depois de Angra dos Reis, fizemos nossa primeira parada, com 204 quilômetros rodados, às 10:30 hrs. Vinte e três minutos depois seguimos viagem.

Mais algum tempo de estrada e às 12:20 passamos passávamos por Ubatuba, após 312 km percorridos. Parada para abastecimento a R$ 2,92 o litro. A vantagem dessa estrada é que não há pedágios e o visual é espetacular.

Em contrapartida, a estrada só tem uma faixa e, consequentemente, a velocidade média é menor. Caraguatatuba (368km), São Sebastião (412km) e Maresias (427km). Uma pausa para almoçar às 15:20.

Uma hora curtindo a refeição e pé na estrada. às 17:20 passamos por Bertioga, mas não pegamos a balsa que vai até o Guarujá. Fomos pela estrada e 18:10 chegamos à pousada no Guarujá, com 518km rodados. Descontando as paradas, fizemos uma média de 57km/h, com uma estrada bem recortada.

Colocamos as coisas na pousada, fomos até a padaria comprar água e fomos recuperar as energias para aproveitar o dia seguinte.

Dia 7 de abril, acordamos cedo e fomos dar uma volta no calçadão do Guarujá e pegar uma praia, que nem se compara às praias do Rio de Janeiro. Mas estamos passeando.

Depois de algum tempo, voltamos à pousada, tomamos um banho e fomos ao maior aquário da América do Sul. Bonito, mas nada demais.

Alimentando os pinguins

Após a visita ao aquário e um lanche razoável, fomos pegar a balsa Guarujá-Santos (R$ 8,20) para deixar o Poketonas no estacionamento já reservado do Rio de Janeiro.

Aliás, o atendimento do Dinel Estacionamento é espetacular. Tudo conforme combinado e preço super camarada. Sem contar o ótimo atendimento. O estacionamento fica localizado na Rua Comendador Martins, 289 – Vila Mathias, em Santos. Fica a uns 20 minutos de taxi do porto. O site é Estacionamento do DINEL. Poketonas estacionado, pegamos o taxi (que na ida já está incluído no valor do estacionamento) e chegamos ao porto.

Chegando ao porto, feito o check-in, entrada no navio.

Um verdadeiro mundo paralelo. O que que é aquilo? E olha que esse cruzeiro que fizemos nem é dos maiores. Imagina os maiores !!!

O roteiro desse navio foi o seguinte: Santos – Rio de Janeiro – Búzios – Ilha Bela – Santos. O objetivo foi aproveitar o cruzeiro e só descer em Ilha Bela para ver alguma praia e cachoeira. E assim foi. Em alto mar, café da manhã da 06:00 até 10:00; almoço das 12:00 às 18:00; e janta formal a noite. Durante o dia, piscina com animadores o dia inteiro, hidromassagem, ping pong, totó (ou pebolim), academia, massagens; a noite, cassino, free shop, discoteca, barezinhos com música ao vivo. Ou seja, não falta o que fazer por lá. A hora voava lá dentro.

Na primeira noite, Oswaldo enjoou um pouco dentro da cabine, o que comprometeu um pouco na janta, mas nada muito grave. Depois ficou tudo certo.

Quando o navio estava atracado no porto do Rio de Janeiro, pudemos admirar até mesmo o engarrafamento da perimetral, que valeu uma bela foto:

Dia após dia, aproveitamos as atrações dentro do navio e só desembarcamos, como previsto, em Ilha Bela. Como não tem porto lá, tínhamos que descer até um barquinho e este nos levava até terra firme.

Lá, contratamos um passeio bem mais em conta que dentro do navio, e fomos até uma praia no sul da ilha e depois em uma cachoeira. O tempo ajudou bastante, chovendo apenas no final do dia.

Dia 11 de abril, fomos tomar nosso último café da manhã a bordo, com vista para o mar. Hora de voltar ao mundo real e deixar o mundo paralelo de lado. Acabou! Mas ainda temos muito o que aproveitar em Santos.

Pegamos o taxi e fomos pegar o Poketonas que já não nos via há 4 dias. Uma passada na Vila Belmiro e fotos somente por fora, já que nas segundas não abre para visitação. Em seguida, fomos ao Monte Serrat, onde foi construído o primeiro cassino no início do século passado.

Algumas fotos e rumo ao museu do café, que também não abria nas segundas. E nem o bondinho da cidade. Mas tomamos um delicioso café tipo exportação, além de um frapê de café muito bom.

E ainda deu tempo de passar no teleférico de São Vicente e bater umas fotos lá de cima, antes de voltarmos para a pousada no Guarujá.

Para quem não sabe, Santos e São Vicente dividem uma ilha. Uma cidade grande com seus problemas e suas virtudes.

Balsa Santos-Guarujá e em pouco tempo estávamos na pousada, com uma parada antes no shopping. A noite, fomos jantar num restaurante indicado pela moça da pousada, na rodovia Guarujá-Bertioga. Comemos um prato com camarão bem servido. Muito bom.

Dia 12 de abril, hora de voltar ao Rio de Janeiro. às 09:22 colocamos o pneu na estrada. Após 21km pegamos a balsa Guarujá-Bertioga (R$ 4,10), cuja travessia durou apenas 14 minutos.

A volta não foi feita pelo litoral. Pegamos a SP-098 que vai até Mogi das Cruzes. Às 11:03 e com 76km na bagagem de volta, chegamos a Mogi. Um pouco mais e entramos na SP-070 (final da Ayrton Senna, seguida pela Rodovia dos Trabalhadores e Rodovia Carvalho Pinto). Aí começaram os pedágios das estradas: R$ 2,30 na altura de Guararema, no km 57 da rodovia (106km no hodômetro), R$ 2,30 na altura de S. José dos Campos, no km 92 (141km) e R$ 1,75 passando por Caçapava, no km 114 (163km). Fim da Carvalho Pinto e começo da Dutra. Às 12:22 passávamos por Taubaté, com 186km rodados. Mais pedágios: R$ 9,20 no km 87,5 (209km) na altura de Taubaté. Uma parada de 50 minutos no Graal Clube 500, após dirigirmos 236km. Aproveitamos para abastecer no posto Br a R$ 2,92 o litro. Seguindo viagem, mais um pedágio em Itatiaia (R$ 9,20 – km 319 – 310km no hodômetro – 14:32) e o último em Seropédica (R$ 9,20 – km208 – 420km – 15:51). às 16:45 chegamos de volta ao Rio, com 489 km rodados. Na volta, pegando pista dupla, uma média de 76km/h descontando as paradas.

E o que já sabíamos ficou bem claro: se quer beleza, pegue a BR-101; se quer rapidez, pegue a BR-116.

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