Santiago – Chile – jul/16

Em julho de 2016, pegamos o avião para conhecer a capital chilena e esquiar na neve!

Chegando em Santiago, numa sexta-feira, trocamos 50 dólares no aeroporto e ficamos com a moeda local (peso chileno) para utilizar nesse início de viagem até conseguir trocar mais no centro de Santiago, onde a cotação é muito melhor.

Do aeroporto, há duas opções para ir ao centro:

1) Taxi que fica na frente do aeroporto. Aproximadamente 20.000 pesos chilenos (em julho de 2016) até o centro.

2) Pegar o ônibus do TurBus (ônibus verde que sai de 20 em 20 minutos do aeroporto) que custa 1.700 pesos por pessoa. Descer no terminal Alameda (ponto final) e pegar o metrô (Universidade de Santiago), que fica no terminal, até a estação mais próxima do hotel.

Ficamos hospedados no centro de Santiago, próximo a estação Universidade de Chile.

No dia seguinte, visitamos o Palacio de la Moneda, Torre Entel, Plaza de Armas, Municipalidad, Museu Histórico Nacional e a Catedral, além de passar pelo Mercado Central e o Cerro Santa Lucia.

Aqui fica a dica para quem for esquiar: na calle Banderas, na altura da Plaza de Armas, existem diversas lojas que vendem roupas de esqui usadas (em bom estado, em mal estado, em todos os estados de conservação). Os preços equivalem, aproximadamente, a um dia de aluguel de roupa nos centros de esqui. Então, se você for esquiar mais de 1 dia, vale a pena comprar essas roupas usadas, pois, pesquisando bem, encontra-se alguma roupa para o seu tamanho e em bom estado de conservação.

Nós compramos dois macacões (que por sinal, recomendamos muito, pois não entra neve entre o casado e a calça quando vamos de encontro ao solo). Vale muito a pena! E fica a dica!

No domingo, descendo na estação Baquedano do metrô, visitamos o jardim zoológico, o Parque Forestal, a casa/museu de Pablo Neruda e comemos no Patio Bella Vista (não deixem de ir no restaurante “Como Agua para Chocolate”).

Na segunda, subimos para Farellones. Afinal, o objetivo era esquiar.

Pegamos uma van (da agência de turismo Ski Total) que sai todos os dias pela manhã (até 9 horas) do Centro Comercial Omnium. Para chegar lá, além do taxi, é possível pegar o metrô (linha 1) e descer na estação Escuela Militar e caminhar uns 10 minutos até o local. O trajeto dura aproximadamente 1 hora e meia, dependendo das condições da estrada.

Cabe ressaltar que, na alta temporada e nos finais de semana, os carros só sobem até 14 horas e só descem na parte da tarde. Fique atento a isso e se programe.

Lá em cima, há 4 centros de esqui:

– Farellones: o melhor para iniciantes. Pouco frequentado por quem já tem noção de esqui, o local fica a disposição para quem não sabe nada de esquiar. Com aulas particulares ou coletivas, é possível aprender o básico do esqui;

– Colorado e La Parva: com pistas para todos os gostos, possuem preços mais caros que Farellones e mais em conta que Vale Nevado;

– Vale Nevado: é o resort mais badalado das quatro opções. Mais vendido turisticamente e, consequentemente, mais caro. Possui pistas de todos os níveis.

Como não não sabíamos nada de esquiar, fomos a Farellones e adoramos esquiar! Uma experiência incrível que certamente vamos voltar a fazer assim que possível. Entretanto, como já temos alguma noção agora, Farellones nunca mais!

Uma dica: a estrutura oferece aulas particulares e coletivas logo na entrada e no fim do teleférico. No fim do teleférico costuma ser mais vazio.

Quando fomos, ofereciam os seguintes serviços: esquiar (com aluguel completo do material), teleférico, descer na bóia com horário agendado (tubing) e a tirolesa.

Esquiar é um vício.

Ficamos no hotel La Cornisa que é fantástico. Desde o tratamento das meninas do hotel até a comida e estrutura. Fica a 10 minutos caminhando da entrada do centro de ski.

Após 4 noites em Farellones (e querendo ficar!), retornamos a Santiago.

No sábado, completamos a visita de Santiago, vendo a Troca da Guarda (troca de turno dos carabineiros de Chile) em frente ao Palacio de la Moneda (às 10 horas dia sim, dia não), indo ao Cerro San Cristóbal (pegando o funicular) e, depois, visitamos a Torre mais alta da América Latina (sky costanera), com visão 360 graus de toda a cidade, podendo avistar a Cordilheira dos Andes nos dias mais limpos.

Domingo, hora de retornar ao aeroporto para voltar à cidade maravilhosa. É possível fazer o mesmo trajeto para o aeroporto (metrô e ônibus). Entretando, como o horário do vôo era bem cedo e o metrô ainda não estava aberto, tivemos que pegar um taxi mesmo.

Dicas desta viagem:

1 – Metrô de Santiago: com várias linhas e uma ótima malha, é um excelente meio de transporte para o turista;

2 – Casa/museu de Pablo Neruda vale a pena conhecer;

3 – Cerro San Cristóbal com uma bela vista da cidade;

4 – Sky Costanera, a torre mais alta da América Latina;

5 – Farellones é uma ótima estação de esqui para iniciantes;

6 – Vale Nevado é vendido muito caro para turistas. Colorado e La Parva pode ser tão bom quanto, com menos gente e mais barato.

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