Pedra do Sino – mai/08

Em maio de 2008, num domingo ensolarado, resolvemos pegar a estrada até Teresópolis (95 km) e subir a pedra do sino, no parque nacional da serra dos órgãos. Lá fomos nós: Oswaldo, Fabiana, Beth e Renato.

Chegamos por volta de 9 hrs da manhã, pagamos o ingresso e estacionamos o Poketona em seu devido lugar. Pegamos a mochila e íamos iniciar a trilha. Nisso, nos damos conta que é melhor levar a lanterna por precaução. Poderia ser útil. Voltamos ao Poketona e colocamos mais um item em nossas mochilas.

Andamos do estacionamento até o início da trlha e lá fomos nós… 10 km até o topo. Após uma cachoeira, uma gruta e uns pit stops, chegamos ao acampamento, onde diversas pessoas passam a noite ali para aproveitar o nascer do sol no alto da pedra do sino. Não era nosso caso. Íamos apenas subir e descer no mesmo dia. Descansamos um pouco nesse acampamento e subimos os metros finais, escalaminhando sobre as pedras até chegar ao topo da pedra do sino, com seus 2.263 metros de altura.

Um visual impressionante, onde temos parte do estado do Rio de Janeiro em nossas mãos. O tempo não foi dos melhores, pois havia muita nublina, mas mesmo assim, uma vista espetacular, indescritível. Após quase uma hora lá em cima, com direito a soneca, começamos a descer a trilha. No meio do caminho, rolou pé na lama e tudo mais…

Entre trancos e barrancos, tudo ia bem até que começou a escurecer. Lembram da lanterna que resolvemos colocar na mochila? Que bom que ela estava por perto. Foi um item essencial naquele momento. Descíamos a passos largos para aproveitar os últimos raios de sol. Mas em determinado momento estava tudo escuro e ainda faltava um bom pedaço. Nós e outras pessoas começamos a descer juntos. Um atrás do outro: uns com lanterna, outros com celulares cujas baterias cismavam em acabar rapidamente. Após uma hora aproximadamente de adrenalina, chegamos ao final (início) da trilha.

Eu, Oswaldo, exausto, ainda tive pique para ir correndo até onde estava o Poketona e retonar ao início da trlha para buscar os outros 3 aventureiros daquele dia.

Voltamos ao Rio de Janeiro exaustos e com aquela sensação agradável de final de trilha.

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