Natal – Noronha – set/08

Em setembro de 2008 realizamos nossa primeira viagem de avião juntos. Não é bem o propósito deste blog relatar viagens que não sejam de carro, mas como houve um trajeto (pequeno) de carro, resolvemos postar aqui. Após algums horas de vôo, partindo do Rio de Janeiro, chegamos na cidade de Natal. A primeira vez que estávamos na região Nordeste. Natal é uma das capitais mais tranquilas do Brasil. No primeiro dia não fizemos muita coisa, pois chegamos a tarde e no dia seguinte, já partiríamos para Fernando de Noronha, onde ficaríamos 4 noites e depois retornaríamos a Natal para, aí sim, curtir a cidade.

Fernando de Noronha é um paráiso. Antes de chegar em solo fernando-noronhense (sim, é este o nome de quem nasce lá), o avião fez um sobrevôo pela ilha, proporcionando aos passageiros uma visão inesquecível da ilha. Lá fizemos nosso primeiro mergulho de cilindro, também chamado de batismo.

Três, das dez praias mais bonitas do Brasil encontram-se nesse pequeno território de apenas 26 km2, formado por 21 ilhas e ilhotas. Praia dos Sanchos, do Leão e dos Porcos realmente são incríveis. O mar de lá é espeacular. Talvez um dos mais bonitos do Brasil. Após 4 dias de momentos inesquecíveis, voltamos a Natal, num vôo de aproximadamente 1 hora.

Já em terras potiguares, conhecemos as dunas num passeio de bugre até Genipabu, onde nos foi apresentado um bar situado dentro de um riozinho, onde encontra-se a menor cachoeira do mundo (cachoeira Nelson Ned). Descemos no aerobunda e ainda tivemos tempo de tirar foto com um casal de burricos nas dunas.

Também conhecemos o Forte dos Reis Magos, erguido em alvenaria de pedra e cal, situado no final do calçadão da praia do meio.

Interessante, também, foi visitar o maior cajueiro do mundo, em Pirangi do Norte (município de Parnamirim), com seus incríveis 8.500 m2 produzindo cerca de 80.000 cajus por ano. Ele foi plantado em 1888 por um pescador. Essa árvore se tornou tão grande devido a duas anomalisas. Primeiro, ao invés de crescer pra cima, ela cresce pros lados. Segundo, com o peso dos galhos, estes tendem a cair e, ao tocar o solo, criam raízes, e começam a crescer novamente.

No outro dia fomos a Maracajaú, onde fomos de barco até os recifes fazer snorkel. Muito bom, mas nada comparado a Fernando de Noronha. E como, não podia deixar de faltar, visitamos o Machadão a noite, num jogo muito empolgante (pra não dizer o contrário) entre América-RN e Ceará, pela série B.

No último dia, alugamos um carro (um fiat uno 1.0) e fomos até a famosa praia de Pipa, distante cerca de 90km, situada no município de Timbau do Sul. A BR 101 por lá também é muito boa. Próxima de seu final (ou seria início), que é na cidade de Touros, ela não tem pedágios e o asfalto encontra-se em ótimas condições. Lá fizemos um passeio de barco onde tivemos uma visão privilegiada dos paredões cor-de-terra (as falésias), além da visita ao chapadão, igualmente diferente e grandioso.

Após 9 dias, retornamos ao nosso cotidiano na cidade do Rio de Janeiro.

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