Itatiaia – nov/12

Novamente a Dutra será o tapete. De novo a região de Visconde de Mauá, no interior do Rio, na divisa com Minas Gerais.

A distância entre a capital fluminense e a região é de aproximadamente 200 km, passando pelo pedágio de Seropédica, no km 208 da rodovia. O valor foi de R$ 10,10 e é cobrado nos dois sentidos.

O ponto alto deste final de semana é a subida à Pedra Selada, a 1.755 metros de altura.

Ficamos numa pousada no Vale das Cruzes.

No sábado, devido à instabilidade do tempo, fizemos a modesta trilha do Vale do Alcantilado, uma área verde, particular, onde se paga uma taxa para visitar o vale. Um trilha te leva a diversas cachoeiras do local, terminando na cachoeira do véu da noiva, a maior, porém sem possibilidade de banho, mas com um visual que vale ir até o final.

A trilha é bem tranquila e pode ser feita por crianças e pessoas com pouco preparo físico de uma forma geral.

Na entrada/saída do local, um pastel delicioso pode ser consumido.

No fim da tarde, subimos uma trilha na própria pousada, onde avistamos todo o vale das cruzes. No volta, pegamos material para colocar na lareira, no chalé.

A noite, comemos um fundue em Maringá (lado mineiro). Chovia um pouco, o que fez com que achássemos que não daria para subir à Pedra Selada no dia seguinte.

No domingo pela manhã, conseguimos avistar a pedra da pousada, fato não que não conseguimos no dia anterior, devido a nuvens na região. Perfeito para uma bela caminhada!

E lá fomos nós. A principal trilha para a Pedra Selada começa na fazenda do Senhor Alcebíades, situada a 12 quilômetros de Visconde de Mauá (estrada de terra), na direção de quem vai para os povoados de Campo Alegre e Rio Preto. Em frente a porteira da fazenda tem uma placa indicando a trilha com algumas informações.

Entramos na fazenda carro, subimos a estradinha de terra e paramos perto da casa da fazenda. O “sinhôzinho” é super gente boa. Estava chegando a cavalo e nos indicou onde ficava o início da trilha, que no começo é trilha aberta e depois de cerca de 30 minutos fica fechada. A trilha é muito bem sinalizada, sem possibilidade de se perder.

A trilha é classificada como leve e tem 2.500 metros, com uma subida íngrime nos últimos 500 metros.

É uma trilha bem gostosa de se fazer, com alguns mirantes e duas cachoeiras no percurso. Levamos aproximadamente 2 horas para chegar ao cume.

Lá em cima, conhecemos um casal (ele, italiano; ela, brasileira) que já tinha uma boa bagagem de trilhas e também adoram a região de Itatiaia.

O visual 360 graus do cume da Pedra Selada é E-S-P-E-T-A-C-U-L-A-R!! É possível ver todo o vale do paraíba (inclusive o rio Paraíba do Sul) e com o tempo limpo as Agulhas Negras, Prateleiras e cia (não tivemos essa sorte). Compensa todo o esforço da subida!!

Depois chegou um outro casal, do interior de São Paulo. A menina tinha medo de altura (o que ela estava fazendo lá?). Mas era um medo que nunca tínhamos presenciado. Um medo que ela mal conseguia subir nas pedras do cume. Ia causando uma fobia, que ela precisava sentar no chão. Mas ela ficou numa posição “mais confortável” e conseguiu visualizar bastante coisa, mesmo sem se mexer muito lá no alto.

Ficamos cerca de 1 hora e meia lá em cima admirando cada detalhe da natureza local e iniciamos a descida. Paramos em uma das cachoeiras, mas só Oswaldo Junior entrou na água.

Regressamos ao estacionamento e pagamos o estacionamento ao “sinhôzinho”. Regressamos à pousada e, após fechar a conta, fomos comer pastel no centro de Maringá fluminense.

Como era apenas um final de semana, o tempo voou. Mas aproveitamos muito e conseguimos nosso objetivo de subir à Pedra Selada.

Na volta, estrada tranquila e após quase 3 horas, chegamos à Cidade Maravilhosa novamente.

Dicas desta viagem:

1 – Comer pastel no point de Maringá-RJ;
2 – Vale do Alcantilado é mais família. Não é uma trilha com grandes atrativos e não requer muito preparo físico;
3 – Pedra Selada é I-M-P-E-R-D-Í-V-E-L. Visual 360 graus. Maravilhosa!!! É considerada leve, mas tem que ter um mínimo de preparo físico. Vá pela manhã pra evitar surpresas. Trilha otimamente sinalizada com duas cachoeiras no meio do percurso.

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