Chapada dos Veadeiros – mar/11

Dia 5 de março de 2011 pegamos o avião do Rio de Janeiro até Brasília. Oswaldo Jr, Fabiana, Andrea (irmã de Oswaldo Jr) e Odival (marido de Andrea) saíram do aeroporto Juscelino Kubitschek pouco antes das 12 horas com um Celta Prata alugado no próprio aeroporto. Depois de dar uma volta na capital federal e bater fotos na catedral e monumentos, partimos rumo ao destino do dia: Alto Paraíso de Goiás que dista 220 quilômetros de Brasília.

Por volta de 14 horas pegamos a BR-020 e logo em seguida entramos na GO-118 que nos deixaria “em casa”. Como a fome já nos cumprimentava, paramos para fazer um lanche após Fabiana perguntar se havia alguma praça de alimentação na redondeza. Onde já se viu praça de alimentação no “meio do mato”? Bom, comemos uns salgados e sorvete e continuamos nossa jornada. Porém, no meio do caminho, presenciamos um acidente de carro, onde haviam 3 mortos e 2 feridos. Paramos para ver se era possível ajudar, mas nada havia para se fazer, já que a ambulância já estava a caminho e os sobreviventes não estavam em situação de risco. Após esse trágico incidente, e com direito a arco-íris no meio da estrada, chegamos a Alto Paraíso de Goiás às 18 horas.

Passeamos na “imensa” cidadezinha e às 19 horas chegamos na Pousada Paralelo 14, do carismático e falante Luiz Henrique, que trata seus hóspedes bem de perto e com muita atenção. Após reconhecimento de onde ficaríamos, fomos comer caldo e massa no restaurante da mama.

No dia 6, às 9 horas da manhã, conforme combinado, a simpática guia Aurati chegou na pousada e partimos em direção ao PNCV (que fica a 36 km de Alto Paraíso – 22 km de asfalto e o resto de estrada de terra) para realizar uma das trilhas. Ao estacionar nosso potente celta prata, Oswaldo e Odival voltaram para guardar a placa do carro, pois haviam muitos celtas pratas estacionados. Eis que surge o apelido do nosso companheiro: Arroz. Afinal, a placa começava com AOZ. Dentro do parque, fizemos a trilha dos Cânions, já que a dos Saltos já havia esgotado a capacidade do dia (250 pessoas). São 10km (ida e volta) com parada para banho ao final da caminhada. Uma trilha tranquila de 100 metros de desnível (saída aos 1000 metros e mínimo de 892m).

No parque, só é possível entrar com guia da região, que vai nos explicando como tudo funcionava: o garimpo de cristais foi fundamental para o desenvolvimento dessa região. Não há cobrança de taxa de entrada no parque.

Após a maravilhosa caminhada (com direito a chuva de 5 minutos e relaxante banho de cachoeira) almoçamos no restaurante da Nenzinha e rodamos a vila de São Jorge. Nesse dia conhecemos Pedro e Luíza, que vieram da terra da garoa para conhecer a chapada, e que nos acompanharam na caminhada. A noite, Andrea e Odival estavam cansados e nem saíram da pousada. Oswaldo e Fabiana foram ao restaurante Avalon onde a comida demorou bastante para chegar à mesa.

No dia 7, segunda-feira, dia reservado para o tão esperado Vale da Lua e Raizama, nos encontramos no CAT (centro de atendimento ao turista) às 9 da matina com o resto do pessoal. Novamente éramos 7: Oswaldo, Fabiana, Odival, Andrea, Pedro, Luíza e a guia Aurati que a essa altura era mais uma companheira do que guia. Todos os atrativos da região (exceto o PNCV) são propriedades particulares e são cobradas taxas para visitação. No Vale da Lua, a taxa de R$ 10,00 por pessoa foi bem paga. Afinal é um lugar de outro mundo: indescritível caminhar pelas crateras e rocha diferenciadas.

Visual e parada para banho e partimos pro Raizama onde a taxa também era de R$ 10,00.

Mais visual e parada para banho. Após essas atividades fomos conhecer o lendário Waldomiro, que possui um restaurante (rancho do Waldomiro) à beira da estrada (Alto Paraíso – São Jorge). Ele nos recepcionou com sua simpatia de sempre e provamos o prato típico dali: a matula, uma mistura de várias coisas, entre elas, a carne de lata (conservada na gordura). E ainda nos presenteou com um saboroso e perfumado arroz com pequi (fruto típico da região que deve-se ter cuidado para que seus espinhos não fiquem entranhados na língua).

A noite, o restaurante Jambalaia foi a opção, onde Oswaldo e Fabiana, ainda entupidos de tanta matula, comeram apenas uma entradinha. Já Andrea e Odival mandaram ver no risoto de sei lá o que.

Dia 8 e o atrativo era o Poço Encantado e Cachoeira dos Cristais. Dessa vez, sem Pedro e Luíza, partimos pra Teresina de Goiás (cidade que fica a 50km de Alto Paraíso). No meio do caminho, uma parada no verdadeiro Paralelo 14, lugar incrível, cheio de energia. Afinal, esse paralelo passa bem próximo a essas cidades, que também corta a mística Machu Picchu.

Pouco antes de Teresina, uma entrada a direita nos leva ao Poço encantado (R$ 10,00), que é uma propriedade que possui uma praiazinha e até hospedagem, onde comemos uma pastel de lá.

Já voltando para Alto Paraíso e indo até a cachoeira dos cristais (R$ 7,00), mais uma parada para banho em mais uma bela cachoeira, com uma vista excepcional de parte da Chapada. Ao final, um lanche recheado de pastéis.

Esse também foi o dia escolhido para realizar as massagens. Dessa forma, chegamos às 17 horas na clínica Anahata onde Andrea fez uma massagem com óleo na cabeça e Fabiana uma limpeza com Argila no rosto. Enquanto isso, Oswaldo e Odival foram até uma outra casa (da massagista Isa) e dividiram um horário: 30 minutos de massagem pra cada um. Às 19 horas, Fabiana foi experimentar também a massagem da Isa: excelente massagem relaxante. A noite, novamente massa foi a comida escolhida no restaurante da mama.

Dia 9, último dia na cidade, Loquinhas foi a atração. Situada a 4 km do centro com estrada de terra, a cachoeira das Loquinhas (R$ 12,00) nos surpreendeu com suas águas bem transparentes. São duas trilhas pequenas (Loquinhas e Violeta) e várias “locas” ao longo delas.

Alguns mergulhos e hora de voltar para o Rio de Janeiro. Almoçamos no Bom Fa’as, ao lado da nossa pousada, e partimos depois das 15 horas. Às 19 hrs em ponto chegamos ao aeroporto para devolução do Arroz e fazer o check-in do vôo. Antes das 22:30, Oswaldo e Fabiana pousaram no aeroporto Santos Dumont, após um vôo com alguma turbulência. Andrea e Odival foram para o Galeão, onde também chegaram por volta desse horário.

Distâncias de Alto Paraíso:

Brasília (ao sul): 220km de asfalto sem pedágio
São Jorge (a oeste): 36km (22km de asfalto e 14km de terra)
Teresina de Goiás (ao norte): 50km de asfalto

Veja mais fotos dessa viagem em: Álbum de Fotos da Chapada dos Veadeiros

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2 respostas a Chapada dos Veadeiros – mar/11

  1. nalva-edinalva diz:

    parabens pela escolha voutem sempre trz mais amigos para conhecer gostei muito da repotagem q vs fizerao.

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