Los Roques e ABC do Caribe – ago/11

Nos meses de julho e agosto de 2011 resolvemos conhecer o arquipélago de Los Roques (que é conhecido como Fernando de Noronha da Venezuela) e o ABC do Caribe (Aruba, Bonaire e Curaçao), também conhecido como Antilhas Holandesas.

Enfim, chegou o dia 23 de julho de 2011, sábado. Pegamos o avião no aeroporto internacional do Rio de Janeiro às 12:29 rumo a Caracas com escala em São Paulo pela TAM.

Vôo tranquilo e chegada em Maiquetia – Venezuela, por volta de 19 horas, conforme previsto.

Já havíamos combinado com o sr. Orlando que nos esperaria no aeroporto (através de Fabio Blinder, um brasileiro que trabalha com turismo na Venezuela). Aliás, ótimo contato, muito atencioso e eficiente. Então aqui vai a primeira dica: fazer algum city tour, hotel, passeios pela Venezuela, entre em contato com Fabio Blinder (blinder.fabio@hotmail.com).

Ao sair do saguão do aeroporto, milhares de pessoas te abordarão perguntando se quer trocar dólares pela moeda local (Bolívares Fuertes). É o famoso câmbio negro praticado por todo mundo na Venezuela. Enquanto que no oficial o dólar vale BsF 4, no paralelo vale BsF 8. Troque um pouco de dólares para pagar as taxas aeroportuárias, taxis, e outros míúdos. Mas troque o suficiente, pois não é bom sobrar nenhum bolívar pra trazer de volta. E o que sobrar, gaste-o no aeroporto na volta.

Bom, o sr Orlando (muito simpático) nos deixou no hotel no centro de Caracas e fomos dormir.

Dia 24 de julho pela manhã, conhecemos um pouco mais da capital venezuelana indo ao teleférico local que é muito alto e muito extenso: cerca de 25 minutos andando num cubículo fechado com capacidade pra 8 pessoas. Começamos a ver a cidade se afastando aos poucos e pouco a pouco um lindo visual toma conta.

A visão lá de cima do cerro El Avila é maravilhosa também. Mas leve um casaco ou uma camisa de manga comprida, pois venta muito lá em cima. Após ficar por lá apreciando o visual e comendo uma “cachapa con queso de mano” com um “chocolate caliente”, descemos e fomos fazer o city tour com o sr. Orlando. Lá em cima existe uma feirinha com comidas típicas e artesanatos da região.

Durante o city tour em Caracas, destaque para os ônibus velhos.

Após apreciar a capital venezuelana de perto (que não tem nada demais, mas já que está lá vale a pena conhecer), fomos ao aeroporto nacional (que fica ao lado do internacional) pegar o vôo que nos levaria até Los Roques pela companhia aérea Chapi Air (La pequeña gran línea aérea). Ao lado dos aviões “normais”, o avião da Chapi parecia um brinquedinho, uma miniatura.

Chegando a hora do vôo, entramos no brinquedinho com capacidade para 10 pessoas (incluindo o piloto). O avião é tão pequeno que vemos tudo o que acontece na “cabine”… Ficamos vendo o painel, o radar, o piloto coçar a cabeça, ajeitar a gravata, falar com a cabine de comando… uma sensação muito boa e apesar de parecer inseguro, o vôo foi super tranquilo, cerca de 30 minutos.

O visual do alto de Los Roques é indescritível.

Pousando em Los Roques, o rapaz da Pousada Cayo Luna veio nos recepcionar na pista do aeroporto com um carrinho de bagagem.

Como não há carros na ilha, fomos andando até a pousada após pagar a taxa de entrada do arquipélago.

Los Roques é um arquipélago e Gran Roque é a ilha principal, onde fica situado o aeroporto. Los Roques possui uma praça, uma área pequena com as pousadas, um campo de basebol (improvisado), um bairro onde tem os moradores locais, o “porto” e um farol. Ahh.. um caminhão de lixo (foi o único veículo que vimos por lá) e infinitos geradores! Afinal, vive faltando luz por lá e é preciso geradores pra manter tudo (ou quase tudo) funcionando. E o aeroporto, a noite, vira pista de cooper para os que querem manter a forma.

Como já era de tarde e não havia mais tempo para ir a outra ilha, caminhamos cerca de 10 minutos até o farol (um dos pontos mais altos da ilha) para ver o pôr do sol. Maravilhoso, apesar de algumas nuvens.

Depois disso, rodamos a ilha inteira (que durou cerca de 30 minutos, incluindo a descida do farol.. rsrs) e fomos jantar.

Em Los Roques, a maioria das pousadas tem sistema de All Inclusive, com café da manhã, cava (isopor) para os passeios durante o dia, janta e passeios mais “cercanos” (ilhas próximas). Em nossa visão não vale a pena não pegar esse sistema. Se não você vai ficar preocupado em todo dia montar sua cava pra levar pra praia e na janta terá que ir pra algum restaurante e vai gastar muito mais.

Nossa janta era 19:30. Às 21:00 já estávamos dormindo pra aproventar bastante o dia seguinte.

Dia 25 de julho, segunda-feira (mera contagem, por que lá todo dia é domingo), partimos pra uma ilha próxima a Gran Roque (incluída no pacote), após um atraso que não é comum no lugar. Fomos a Francisky e passamos o dia todo lá com nossa cava e sombrinhas e um casal dinamarquês. Um sol de lascar. Segunda dica: use protetor solar alto (usamos fator 50 e 60), pois o sol não tem pena. Passe protetor até nas orelhas e nos pés, pois fazendo snorkeling, são pontos favoráveis pro sol fritar.

Após o dia na praia e muito snorkeling, às 17 horas o barquinho veio nos buscar e retornamos a Gran Roque. Janta às 19:30 e cama.

Dia 26 de julho, Cayo de Agua foi nossa escolha: um cayo mais afastado (extremo oeste do arquipélago) e por isso tendo que pagar a parte BsF 160 (bolívares fuertes, que vale pouco mais Us$ 20,00) por pessoa. Lá conhecemos 2 casais de Brasília, com os quais mergulharíamos 2 dias depois. Cayo de Agua valeu cada bolívar pago, pois é fantástico! Não tem palavras, só a foto pode tentar dizer alguma coisa.

Absurdamente mais bonito que Francisky que já tínhamos achado maravilhoso. Esse dia contou também com uma passada em Los Mosquises (onde tem criação de tartarugas) e Espenky (bonito, mas nada diferente das outras praias). Retorno a Gran Roque, janta e cama.

Dia 27 de julho, Oswaldo amanheceu um pouco indisposto, talvez por insolação ou alguma coisa que comeu que não fez bem. Mas a tarde já estava pronto pra outra. Porém, como já era de tarde, voltamos a Francisky. Todo dia muito sol. A noite o tempo virou e caiu uma senhora tempestade. Pensamos que no dia seguinte não haveria sol. Mas que nada… parecia que nem havia chovido no dia anterior.

Dia 28 de julho, fomos a Madrisky pela manhã (praia muito bonita, mas para snorkeling não tem muita graça) e a tarde nos encontramos com Walter para fazermos o mergulho junto com o pessoal de Brasília, em Morritos (Gran Roque). Mergulho é sempre mergulho, muito bom.

Dia 29 de julho, desembolsamos mais BsF 160 e fomos até Boca de Cote (extremo sul do arquipélago) com o objetivo de fazer snorkeling. Lá o esquema é o seguinte: o barco te larga num local e a correnteza vai te levando, levando, levando. O barco vai acompanhando o grupo e quando chega o momento, o barquinho recolhe todo mundo novamente pra dentro. Um rapaz ficou ‘mareado’ e vomitou por lá. Visitamos El Palafito, uma casinha que fica no meio daquele mar todo. E passamos o final do dia em Crasky. Assim foi nosso último dia no arquipélago: maravilhoso como todos os outros.

Dia 30 de julho, acordamos bem cedo e subimos ao farol ainda noite para ver o nascer do sol. Porém, as nuvens não deixaram ver muita coisa. Como nosso vôo era cedo, voltamos a pousada, arrumamos nossas coisas e partimos de volta a Caracas. E quando fomos pegar o teco-teco, quem estava lá? O mesmo piloto que nos trouxe. E ele nos reconheceu também. Valeu até uma foto no final da viagem.

Passamos mais um dia na Venezuela, dessa vez em Maiquetia, no hotel Catimar. 3ª dica: ótimo hotel para passar uma noite apenas. Ao redor não tem nada interessante além de um restaurante legal. Fica próximo ao aeroporto e tem traslado de ida e volta ao aeroporto (incluído). Ao chegar no aeroporto, dirija-se ao ponto de atendimento ao turista que eles ligam gratuitamente pro hotel confirmando a reserva e tiram qualquer dúvida sua gratuitamente. Muito bom esse serviço no aeroporto.

Dia 31 de julho, voltamos ao aeroporto internacional e partimos pra Curaçao às 13 horas. Quando for sair de Caracas, chegue bem cedo no aeroporto para fazer o check-in. Algumas filas são grandes, tem taxas aeroportuárias a serem pagas e tem o duty-free pra você se livrar dos últimos bolívares.

Voamos para Curaçao pela AVIOR. O vôo saiu no horário, tudo certinho.

Ahhhh… Curaçao. Na ilha todos falam Inglês, Espanhol, Holandês (língua oficial) e o Papiamento (lingua popular). Não se preocupe se vocÊ só fala o Portunhol: vai se virar muito bem também. Chegamos na ilha e fomos imediatamente pesquisar preços de aluguel de carro. Uma outra dica aqui é alugar antecipadamente. Primeiro pra não correr o risco de não conseguir e segundo pra pegar um preço bem mais em conta.

Com o sr. Iguana alugado fomos pro hotel com um mapa comprado no aeroporto, que é mais que suficiente pra se guiar na ilha. GPS não tem nenhuma necessidade. É super fácil se localizar. Mas uma mapa é fundamental.

Dia 1º de agosto, começamos nossa peregrinação na ilha. Decidimos por conhecer o centro. Primeiro PUNDA e depois OTROBANDA: duas cidades separadas por um canal e ligadas por uma ponte flutuante que fica funcionando sempre que não há tráfego de navios. Quando a ponte está desabilitada, um ferry boat funciona permanentemente. Bom, o centro tem várias lojas de roupas, perfumes e lembrancinhas. Tem o centro de turismo, o mercado flutuante. Punda é mais centro, centro. Otrobanda é o lado mais rico, com mais bares e o shopping que fica dentro do Rif Fort (um belo visual de Punda). Visitamos também o forte Nassau, de onde podemos ver de trás as duas cidades com a ponte principal entre elas. A noite, comemos no Steak and Ribs, dentro do Rif Fort.

Reservamos o dia 2 para ir ao Cristoffel Park. O parque nacional fica há uns 40km de Punda e é interessante ir bem cedo pra evitar o sol forte. Compramos a entrada do parque que custa US$ 10 por pessoa e o mapa que custa US$ 1. É possível entrar de carro e passar por 2 mirantes de carro. Porém, para chegar ao cume, é necessário estacionar e encarar 1 hora de trilha semi-pesada. No final da trilha existe um trepa-pedras. Mas vale a recompensa. O visual lá de cima é indescritível.

Mais uns 50 minutos pra descer e continuamos nossa saga pela ilha. Fomos ao Butterfly Garden, porém estava fechado. O Flamingo Sanctuary só tinha sol e água. Nada de flamingos. Diante disso, aproveitamos e fomos a Hato Caves (US$ 8 por pessoa). Uma caverna onde há um guia que vai explicando a formação da ilha e da caverna. Muito interessante. Não se preocupem com os morcegos: são herbívoros. Pelo menos foi isso que o guia nos falou.

Dia 3, fomos a Porto Mari, uma das praias mais bonitas da ilha, com infra-estrutura, banheiro e cadeiras pra aluguel (US$ 4 pra entrar e mais US$ 5 da cadeira e sombrinha por pessoa). É boa também para snorkeling. Recomendamos a visita a essa praia.

No final do dia, um passeio de barco para ver o pôr do sol (por volta de 19 horas nessa época do ano).

Lá pelas 21 horas, choveu muito. Um verdadeiro dilúvio. Parecia que a ilha ia afundar.

Mesmo com a chuva no dia anterior, O dia 4 amanheceu com sol e conhecemos várias praias do norte: Grote Knip (boa praia, com infra fechada nesse dia; snorkeling mais ou menos); Kleine Knip (parecida com a Grote, porém menor); Playa Jeremy, onde só olhamos e batemos uma foto (+ ou -); Cas Abou (ótima praia com infra onde paga-se 10 florins por carro. As cadeiras também são pagas (US$ 3 por pessoa) e mais ou menos para snorkeling). Terminamos o dia em Saint Michiel para ver o pôr do sol.

Dia 5, último dia em Curaçao, visitamos a plantação de Aloe Vera (aquela planta que faz cremes e hidratantes pra cabelo), fomos a praia de DaaiBooiBaai que é muito mais ou menos (em comparação com as outras) e depois fomos ao aeroporto devolver o carro. Voltamos de van para Otrobanda e conhecemos um rapaz da República Dominicana e que morava na ilha há algum tempo. Muito simpático. Aliás, o povo de Curaçao é muito receptivo. Mais uma volta em Punda e fechamos o dia no cassino.

Dia 6, dia do vôo para Bonaire bem cedinho. Fomos pela Insel Air que faz os trechos entre o ABC caribenho. Em Bonaire alugamos uma scooter. Aliás, é fundamental alugar qualquer meio de transporte por lá. A não ser que queira gastar o triplo com taxis. Demos uma volta pelo sul da ilha, conhecendo as colunas de sal e as antigas casas dos escravos.

Dia 7, fomos a um mirante na parte norte da ilha e realizamos o tão sonhado mergulho em Bonaire, que realmente é tudo e mais um pouco do que falam. Lá realmente é paradisíaco para mergulhar. Não é a toa que nas placas dos carros e motos vem escrito PARADISE DIVERS. Grande variedade de peixes e água com muita visibilidade. Depois do pôr do sol na água, fechamos a noite no restaurante Patagônia com ótimo sabor argentino.

Dia 8, fomos ao Washington Slaagbai (Parque Nacional), porém como estávamos de scooter não pudemos entrar, já que há estradas bem íngrimes que só suportam carros. Ficamos na seca de conhecer o National Park de lá. Visitamos o museu que existe na entrada. O valor do ingresso estava em US$ 15 por pessoa. Depois voltamos e ficamos no centrinho, onde tudo fecha às 18 horas. Fechamos o dia com novo pôr do sol, onde cada raio solar é mágico.

Dia 9 foi dia de voar para Aruba. Aproveitamos a piscina do hotel pela manhã e zarpamos rumo ao aeroporto. Nosso vôo atrasou e ficamos mofando no aeroporto de Bonaire. Chegamos em Aruba já no fim da tarde. Voamos de DAE. Em Aruba, ao contrário de Bonaire e Curação, o aluguel do carro foi bem em conta. Fomos ao hotel, próximo a Palm Beach, e como já era noite, ficamos por ali mesmo curtindo o resto da noite, que é extremamente americanizado: cassinos, fast foods e dólares.

Dia 10, já se lamentando por faltarem 4 dias pro final da viagem, fomos a Baby beach e Rodgers beach no extremo sul da ilha. Praias fantásticas… uma verdadeira piscina natural, com águas límpidas, transparentes e calmas. Visitamos também boca grandi, onde há praticantes de windsurf. A noite, novamente andanças por Palm Beach, onde a noite é agitada.

Dia 11 passamos na Natural Bridge, mas com o pensamento em conhecer o National Park Arikok (entrada no valor de US$ 5 por pessoa). Ficamos impressionados com a altura do ponto culminante da ilha: incríveis 185 metros. Quase não era possível respirar de tão alto… rsrsrs. Como é uma ilha pequena, realmente não se esperava grandes alturas… Depois de visitar o parque, onde existem 2 cavernas a serem visitadas (muito interessante e muito quente lá dentro). No final do dia, demos uma volta em Oranjestad (a capital da ilha) e encerramos a noite no cassino Ocidental.

Dia 12 voltamos a Oranjestad e fomos no submarino (a incríveis 135 pés de profundidade). Aliás isso é a única coisa incrível, por que o passeio em si não vale 3 centavos do que se paga. VocÊ mal consegue ver as coisas pelas janelas. Depois do “incrível” passeio no submarino fomos ao extremo norte da ilha, conhecer o farol California (California Lighthouse), um dos cartões postais da ilha. Um visual muito bonito. E finalizamos o dia na Arashi beach. Hotel e agitos em Palm beach a noite.

Dia 13 foi dia do city tour pelas praias ao norte de Orajestad: Druif (só praia), Manchebo (só praia – vale a pena), Eagle (só praia – bonita), Boca Catalina (melhor praia de Aruba pra snorkeling) e Fisherman (praia). Nesta última vimos o pôr do sol.

Dia 14 era dia de voltar. Como o vôo era apenas 21:20, fomos a praia de Palm beach pela manhã, que ficava próxima ao hotel e a tarde, já com todas as malas no carro, ficamos na piscina do hotel. Lá conhecemos a moça do bar da piscina, que falava nada mais nada menos do que 6 línguas (espanhol, holandês, inglês, papiamento, criollo e francês). Impressionante! No final do dia, conhecemos mais um casal de Brasília que estava chegando em Aruba. Partimos pro aeroporto, devolvemos o carro e fim de viagem.

O vôo de volta pela GOL foi tranquilo, fazendo escala em Caracas e São Paulo.

DICAS DESSA VIAGEM:

1 – Contato de Fabio Blinder para qualquer passeio/hotel na Venezuela;
2 – Câmbio Negro em Caracas: não troque com o primeiro que cruzar. Negocie. Quando fui, era possível trocar até a BsF 8 por dólar;
3 – Troque dólar por bolívar sim. Pegue a calculadora e troque apenas o que vai gastar na Venezuela. Se por acaso sobrar algum, gaste-os no aeroporto quando estiver saindo do país;
4 – Em Los Roques use protetor solar todos os dias, em todas partes do corpo (inclusive orelha e pés) e de preferência com fator 50 ou 60: o sol lá é castigante;
5 – Uma ótima opção para pernoitar em Caracas é o hotel Catimar, que é próximo ao aeroporto e possui traslado ida e volta incluído. Na verdade esse hotel fica na cidade de Maiquetia. Por isso que achamos interessante se for apenas pernoitar, sem o objetivo de conhecer a capital venezuelana;
6 – Alugar carro antecipadamente em Curaçao;
7 – Cristoffel Park e Hato Caves são passeios imperdíveis pra quem gosta de natureza em Curação;
8 – As melhores praias de Curação em nossa ordem de preferência : Porto Mari (a mais completa), Grote Knip, Cas Abou, Kleine Knip e DaaiBooiBaai;
9 – Mergulho em Bonaire é fantástico;
10- Se for ao Washington Slaagbaai Park (em Bonaire), alugue um carro. Scooter não entra;
11- Palm Beach é o melhor lugar para ficar em Aruba. Tem agitos a noite e muito movimento. Perto de tudo;
12- Não recomendamos a ida ao submarino. Você não vai ver grandes coisas no fundo do mar. Mas, sem dúvida, é uma experiência;
13-Baby beach é a praia mais bonita de Aruba para curtir a praia; Boca Catalina, a melhor para fazer snorkeling;
14-Ver o pôr do sol é um programa imperdível;
15 – Nas 3 ilhas do ABC do caribe, o dólar é aceito em qualquer lugar. Não há necessidade de trocá-los por Florin (a moeda local).

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9 respostas a Los Roques e ABC do Caribe – ago/11

  1. osiane diz:

    Muito bom seus comentários, ajudou muito, estou inclusive cancelando a reserva do passeio de submarino em Aruba.

  2. Raquel diz:

    Quanto custou em média essa viagem?

  3. Hélder diz:

    Ótimo relato! Obrigado por compartilhar!

  4. hidroflora diz:

    Qual lugar é o melhor?

    • Qual o melhor? Dificil de dizer… depende muito do gosto da pessoa.

      Aruba é mais americanizado.
      Bonaire é pra quem gosta de mergulhar.
      Curacao tem um ar europeu.
      Los Roques não tem carro! E tem praia e natureza por todos os lados. É maravilhoso!!!!!!!!!

      • hidroflora diz:

        Perfeito! Pela sua descrição e o que já andei pesquisando, escolheria Bonaire ou Los Roques.
        Apenas eu e minha eposa. Gosto muito de mergulho. O problema de Bonaire é que não tem vôo daqui do Brasil. Havia pensado em Aruba pq tem vôo direto. Mas se lá for tão caro nem compensa.
        Los Roques tem bastante atividade? O que sempre leio é que todo mundo vai de lancha pra uma praia distante e fica torrando no sol o dia todo sentado, acho que eu ficaria entediado (rsrs).
        Outro quesito importante são os custos. Qual melhor custo x Beneficio? Existe vôo Los Roques-Bonaire?

        Valeu pela grande ajuda. E parabéns por compartilhar com tantos detalhes.

      • Olha, o esquema de Los Roques é este mesmo: café da manhã, lancha pra alguma praia, torrar no sol, jantar, dormir. É possível mergulhar também, há uma trilha para ver o por do sol (ou nascer do sol) do alto da ilha. E alguns restaurantes no centrinho. Realmente não há muito o que fazer, mas nós adoramos e recomendamos muito! As praias são paradisíacas.

        Só há vôos de Los Roques pra Caracas. De Caracas há vôos para Bonaire, Curacao e Aruba.

        O mergulho em Bonaire é inesquecível. Muito bom! Se vcs gostam de mergulhar, certamente vão gostar de lá.

        Em nossa opinião, Aruba seria a primeira a cair fora lista. E Los Roques seria a primeira opção para visitar. Mas depende do gosto de cada um!

        Aruba é caro. Bonaire não tem transporte público. Tem que alugar um carro ou scooter (uma boa opção!). Los Roques não tem carro… mas também não precisa… só estragaria a ilha.

        De uma forma geral, acho que gastarão mais ou menos a mesma coisa.

  5. Sara Casagrande diz:

    Estamos pensando em ir em setembro e realizar o ABC caribenho. Ano passado conhecemos los roques e amamos ! Nós começamos a mergulhar por causa de los roques! Bom , amei esse post e gostaria de tirar algumas dúvidas
    1) ordem da viagem : pensei em CURACAO/ BONAIRE/ARUBA. O que acha ? Sairíamos de São Paulo
    2) viação : de São Paulo compraríamos pra caracas e Caracas curacao? e os voos internos entre curacao e BONAIRE / BONAIRE e ARUBA ?como comprou , antecipado? Pela net ou agência ?
    3) hospedagem : queria muito conseguir pelo menos em curacao e bonaire um esquema igual los roques mas acho difícil né (com pensão completa). Pensei em economizar em hotel nesses lugares e ficar num como o Haydt ou marriot em ARUBA ? O que achou dos seus hotéis e quais indica nesses lugares?
    4) QUANTOS DIAS DE VIAGEM!? E como posso dividir a viagem , tipo quantos dias em cada lugar ?
    5) acha que vale a pena fechar tbm passeios por aqui antes de ir? Isso economiza?
    Nosso objetivo ( eu e meu marido) de viagem : praia/ descanso e mergulho (em curacao e bonaire)

    Ufa! Muita coisas né? Mas se conseguir responder agradeço muito!!!!
    Abraços
    Sara Casagrande

    • Olá Sara,

      Obrigado pela visita em nosso blog:

      Respostas:

      1) Nós fizemos esta ordem mesmo (CURACAO/BONAIRE/ARUBA).

      2) Pode comprar a passagem direto para Curacao. Não é necessário passar por Caracas (Dê uma olhada no site http://www.decolar.com);

      Da mesma forma, na volta, pode comprar direto Aruba – Sao Paulo.

      Quanto aos trechos internos, compramos tudo pela internet antecipadamente. Olhe esses sites: AVIOR (http://www.aviorair.com); INSEL AIR (http://www.fly-inselair.com).

      3) Os lugares que ficamos veja no link https://decarronaestrada.wordpress.com/hospedagem-antilhas

      4) Bonaire é basicamente para mergulhar. Se não for mergulhar, não vale muito a pena ir pra lá, já que visitará Curacao e Aruba. Aruba é a ilha mais agitada dessas 3. Diria que de 4 a 5 dias em cada ilha (Aruba e Curacao).

      5) Em relação aos passeios, veja tudo lá. É bom já ter uma ideia do que vão fazer, mas comprem somente lá. Não há necessidade comprar antecipado.

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