Cristalina, Caldas Novas, Pirenópolis e Goiás Velho

No início de junho de 2022, resolvemos dar uma volta pelo interior de Goiás. Começamos nossa jornada conhecendo a cidade de Cristalina, que fica a pouco menos de 300 quilômetros da capital, Goiânia.

Alugamos um carro na capital do estado de Goiás e partimos para Cristalina. Esse foi o início da nossa viagem.

Cristalina possui várias lojas que comercializam todos os tipos de artefatos de cristais e até mesmo o cristal bruto.

Além do centro, possui como principais atrações, o Balneário das Lages e a Pedra Chapéu do Sol.

Como ficamos apenas uma noite na cidade, andamos por todo o centro e na manhã do dia seguinte, visitamos a famosa Pedra Chapéu do Sol.

Uma visita guiada pelo entorno da Pedra: valeu cada minuto!

Veja as fotos em: https://www.instagram.com/p/CeT_9yEpn0N/

Veja esse vídeo: https://www.instagram.com/p/CebGIHrlvPi/

Olha esse vídeo também: https://www.instagram.com/p/CebWpcjl1TQ/

Depois de passar uma noite em Cristalina, passamos dois dias em Caldas Novas, curtindo as águas quentes da região. Visitamos o Hot Park (parque aquático) e curtimos também as piscinas do Hotel Acqua Bella, em Caldas Novas, onde ficamos hospedados.

Compramos os tickets do Hot Park antecipadamente através do site oficial: https://www.rioquente.com.br/hot-park

Na sequência, depois de curtir bastante as águas termais da região de Caldas Novas, fomos até Pirenópolis, cidade famosa pelas suas cachoeiras, além de uma gastronomia ímpar.

Como belos apreciadores de cerveja, apreciamos as cervejas da região: Colombina, Santa Dica e Casarão.

A rua do lazer reúne diversos restaurantes para aproveitar a gastronomia local: https://www.instagram.com/p/Cece2PbO2Sz/

No início de junho, a cidade praticamente fica em função da Festa do Divino, com a famosa Cavalhada. Tiramos um dia para ver o espetáculo no cavalhódromo local: https://www.instagram.com/p/CepZxJ9ukvI/

Também apreciamos o museu que conta, detalhadamente, toda a história do duelo entre Mouros e Cristãos e a importância religiosa desse espetáculo para o Pirenopolino.

Visitamos também a cachoeira do Abade, com uma ótima estrutura e uma trilha circular de aproximadamente 2 quilômetros, para ser feita com calma e curtindo cada mirante e cada queda de água. O acesso é por uma estrada de terra não muito boa. Mas vale o esforço.

Passamos um dia no Salto de Corumbá: uma fazenda, com estrutura, onde possui 3 trilhas e acesso a 3 quedas d’água, além de uma piscina aquecida e restaurante. Bom para passar o dia e para quem quiser ficar mais tempo, eles também oferecem hospedagem. Site oficial: https://saltocorumba.com.br/

Como não podia deixar de ser, fizemos a trilha na Serra dos Pirineus. O melhor acesso se dá por Cocalzinho de Goiás, em direção ao Parque Estadual dos Pirineus. A trilha é bem tranquila e o acesso ao cume leva em torno de 30 minutos. Visual indescritível: https://www.instagram.com/p/CehUSbgJJyS/

Por fim, visitamos Goiás Velho, antiga capital do estado de Goiás. A cidade fica a pouco menos de 150 km de Goiânia. Ficamos 3 noites na cidade, hospedados no Hotel Casa da Ponte (site: https://casadapontehotel.com.br/), localizado em frente a casa de Cora Coralina, pseudônimo de Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, famosa moradora da região, poetisa e considerada uma das mais famosas escritoras brasileiras.

Conhecemos todas as atrações da Cidade de Goiás (ou Goiás Velho): igrejas, museus, o coreto da praça principal com a sorveteria embaixo, museu de Cora…

Sem contar que, próximo a cidade, está a famosa Serra Dourada. O acesso ao Parque Estadual da Serra Dourada se dá pelo município de Mossâmedes, pela rodovia GO-164. Após sair da rodovia, pega-se estrada de terra, em direção a reserva biológica da UFG. Até um determinado trecho, é possível ir de carro baixo, porém depois de atravessar uma pequena ponte, só é possível continuar de carro 4×4.

Nós estávamos com um carro baixo e fomos sozinhos, não sendo necessário guia. Pegamos a GO-164 e acessamos a estrada de terra, seguindo a placa da reserva biológica da UFG. Após a pequena ponte (onde tem a placa “Cafundó”), estacionamos o carro e subimos os outros 3 km a pé até um portão.

Nesse portão, onde levamos 1 hora e 15 minutos para vencer os 3 km, tem a indicação a esquerda para a Pedra Goiana (cidade de pedra). São 300 metros pra chegar até lá (bate e volta).

A Pedra Goiana, como é conhecida, era uma obra da natureza que desafiava a gravidade. Ela existiu até 1965 e ficava na Serra Dourada, hoje parque estadual. Um monumento que hoje seria um ponto de alta visitação pela sua peculiaridade, mas que foi destruído por vândalos. Uma história que desperta a curiosidade e muitas lendas na Cidade de Goiás.

Após visita a Pedra Goiana, deve-se voltar ao caminho principal e passar o portão, onde caminha-se mais 500 metros até a guarita dos vigias, onde preenche-se um formulário e paga-se uma taxa de R$ 10 por pessoa (em junho de 2022).

A partir da guarita são mais 1.2 km até o olho d’água e depois mais 700 metros até o mirante, onde tem uma rampa desativada de parapente.

Continuando, são mais 1.1 km até o areal, totalizando aproximadamente 6.5 km desde o estacionamento de carros 4×2 ou 3.5 km desde a parada dos carros 4×4.

As trilhas são fáceis e bem sinalizadas, sem a necessidade de guia. Porém, recomendamos baixar um mapa básico para melhor orientação no local.

Veja fotos e vídeos no nosso Instagram: https://www.instagram.com/p/CeroLvMpBsB/

Sobre De carro na estrada!

Nós somos Oswaldo e Fabiana. Moramos na cidade do Rio de Janeiro / RJ – Brasil. Oswaldo nasceu em 1981 e é estatistico. Fabiana nasceu em 1983 e é administradora.
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